terça-feira, julho 20, 2010

Decoração - ou TOP CINCO livros

Minha casa está um caos. Veja só, mudamos há dois meses para este apartamento de dois quartos e 65 m2 depois de termos morado durante um ano e meio num outro de 25 m2 (menino, e você achou que precisaria ir pro Japão pra ver uma micro-casa, né? Que nada! Bem vindo ao Distrito Federal, o lugar do metro quadrado mais caro fucking ever!) e adivinhe: os móveis que a gente tem não cabem aqui! Sim, pasme. Achamos que não seriam suficientes para ENCHER a casa, mas por algum motivo obscuro além da imaginação os móveis não cabem direito. Um armário é muito largo, o outro é muito alto, de repente temos mais livros do que prateleiras para enfiá-los...

Ok, aqui vai um dos meus famosos parênteses. Sim, temos mais livros do que prateleiras, não se trata de mero exagero da parte desta "Drama Queen" que vos fala. Isso porque, além de dramática, eu sou VICIADA em livros. Quer me deixar contente? Me dê um livro! Quer me ver tolerar uma fila bem comprida? Me dê um livro! Quer me ver calar a boca e te deixar ver o namoro-dos-animais-selvagens na TV? Liiiiivro! E ultimamente eu tenho adquirido vários e uns realmente excelentes. Por falar nisso, aqui vai um top cinco relâmpago! Hein? O post é sobre a decoração da minha casa? Ah, é verdade. Mas não interessa, eu não to medindo o post com régua, daqui a pouco eu volto ao assunto. Ou não.

Então, TOP CINCO LIVROS que eu li nos últimos dois meses e que valem a pena, people!

Um livro fofo. Não, pera lá. Essa descrição é horrorosa. Um livro...doce. (Putz, o que está acontecendo com você, criatura? Vamos, uma mini-resenha decente, pelamordedeus!) Este é um livro aconchegante. Alguém de vocês cozinha? Bem, não importa muito, porque todos vocês, com certeza, comem. E se parecem comigo ao menos um pouco, sente que comida é uma forma de expressão e pode ser tremendamente delicada e deliciosa. Isso, esta é a classificação de Escola dos Sabores: um livro delicado e delicioso sobre uma turma super-heterogênea de pessoas que se reúnem num curso de culinária e, usando este foco, a autora te conta a vida de cada um deles de um jeito cativante e irresistível. Vale a pena, um livro barato (R$ 24,90 na Livraria Cultura), divertido e tocante.

Desde o lançamento de Shrek (o primeiro), que eu não vejo um texto dirigido ao público infanto-juvenil tão irônico, inteligente, debochado e excelente assim. Soluço Spantosicus Estrondus III é um anti-herói da tribo vicking dos Hooligans Cabeludos. O dragão dele é um safado preguiçoso, egoísta, autoindulgente, subornável, nada assustador e simplesmente hilariante. Dois livros maravilhosos, baratos (R$ 15,92 na Livraria Cultura - cada um) e eu to ansiosa para ler os próximos livros da série!

Um dos livros mais sensíveis que eu já li. Anos cinquenta, pós-segunda-guerra na Inglaterra, os jovens reaprendendo a viver sem racionamento, sem morte, sem medo, mas ao mesmo tempo, ainda à sombra de tudo isso. Um livro que consegue te transportar de volta à época em que você ainda era inocente e pensava que o mundo era de outro jeito, um livro capaz de botar o cinismo dos nossos dias de lado durante deliciosas horas de leitura. Um livro ainda barato, embora menos que os outros dois (eu to numa vibe econômica ultimamente e adotei a seguinte filosofia: se eles forem baratos, eu posso comprar MAIS), que custa R$ 35,93 na Livraria Cultura, e que realmente vale a pena ser lido.

Bom, não podia faltar, né? Nosso amado Hugh Laurie estréia na escrita com um romance policial hilariante, que me arrancou boas risadas. O cara é foda também quando segura a caneta, minha gente. Thomas Lang é um pseudo-detetive politicamente incorreto que se ferra MUITO nesse livro, mas consegue pontuar tudo com raciocínios fantásticos e tiradas ótimas. Livro realmente muito bom, recomendo muito, folks! Principalmente se vocês, como eu, conseguirem comprá-lo numa promoção doida na FNAC, por R$19,90. (...) ahahahahahah...puta merda, eu fui fazer o link no site da FNAC e descobri que paguei sete reais a mais na loja do mundo real!!!

E, para fechar em grande estilo, senhoras e senhores, o mestre. Veríssimo quase derruba a gente da cadeira com este fantástico "Os espiões". Com personagens surreais, teorias mirabolantes, diálogos fantásticos e estilo absolutamente hilário, Luis Fernando Veríssimo se supera neste livro, vale DEMAIS a pena. (só pra constar, R$ 22,30 na FNAC)

E agora meu tempo acabou, eu volto ao assunto da decoração no próximo post, prometo. See ya.

sexta-feira, julho 16, 2010

Presente

Engraçado, já se passou quase um mês do meu casamento e hoje teve gente que começou o dia me fazendo chorar tudo de novo. Pelamordedeus, desse jeito eu vou ficar enrugada e vou ter que comprar um rolo de macarrão, um punhado de bobes de cabelo e um creme de pepino pro rosto, pra encarnar a megera que bate no marido que chega tarde em casa! Afe!

Mas, para quem tiver curiosidade, ESTE AQUI foi o meu casamento. E Andréa Paes é a fotógrafa mais talentosa do mundo, ouça quem tiver ouvidos de ouvir.


domingo, julho 04, 2010

Praticamente autista

Ontem tentaram me convencer que sou autista.

Nós resolvemos fazer um "programa de adulto" o que, traduzindo, significa sair à noite no sábado, coisa que eu NUNCA faço... Ok, isso soou meio looser demais, vou explicar.

Eu detesto ajuntamento de gente. Multidão, barulheira, falar aos berros, pegar fila, realmente não estão no topo da minha lista de "coisas que eu estou disposta e gosto de fazer". Não, obrigada. Quando eu estava em Uberlândia, uma cidade com 800.000 habitantes, ainda era possível ir pra algum lugar que, não obstante tivesse gente, não tinha gente-pra-caralho. Mas aqui em Brasília, a coisa muda consideravelmente de figura. Entre mais de 2.500.000 de habitantes, não existe lugar pra estacionar o carro, todos os lugares a que se vai tem lista de espera (um dia eu vou escrever detalhadamente sobre como eu ABOMINO e sou INCAPAZ de lidar com listas de espera na porta de restaurantes/bares/lanchonetes/e afins), existe uma quantidade absurda de adolescentes nessa cidade - talvez porque com a quantidade de funcionários públicos que tem aqui as pessoas se sintam livres para procriar com segurança financeira ou talvez porque mesmo as pessoas adultas se comporte como se adolescentes fossem, vai saber, né? - e, pra piorar, a qualidade do serviço cai demais em lugares muito cheios.

Então, desculpem, eu não saio no sábado à noite. Porque eu não to "na prateleira", como diz o Fabrício, porque eu não tenho necessidade de "ver e ser vista", porque eu gosto muito mais de tomar um vinho em casa ou na casa de amigos do que encher a cara na rua, e porque eu tenho muita coisa boa pra fazer em casa, como cozinhar, assistir a bons filmes, ler bons livros e cuidar com afinco da minha vida sexual. *pisc*

Então, voltando. Ontem nós resolvemos fazer "programa de adulto" (aham) e saímos no sábado à noite. Fabrício, eu, Marcus e Maíra. Pausa para falar de Marcus e Maíra. Ok, este será um post cheio de pausas, pelo visto, mas não dá pra simplesmente falar desses dois sem apresentá-los.

Marcus e Maíra são um casal de amigos nossos que costumamos ver frequentemente. Maíra é procuradora da Fazenda Nacional e está com o saco tão cheio daquilo que entrou prum curso de Literatura Russa pra "desanuviar". Como se Dostoiévsky ajudasse alguém a deixar a cabeça mais leve. (um revirar de olhos) Maíra é faladeira, extrovertida e super adepta de ligar para SACs e fazer reclamações veementes. E é a pessoa mais adoravelmente sem noção que eu conheço. Ela diz o que ela pensa na sua cara sem pesar as consequências e você precisa se lembrar de que ela é "A Maíra" e encarar como piada. Um dia ela me disse na cara que eu tenho um gosto cinematográfico duvidoso (oh, Deus, dai-me forças!), noutro dia ela disse que eu tenho paladar de cachorro (porque eu consigo identificar a maioria dos ingredientes que tem na comida), e também me disse que a minha casa é fictícia e que eu moro no carro (porque eu nunca tinha trazido ela aqui). Ontem ela disse pro Fabrício que os lóbulos da orelha dele são esquisitos e colados na cabeça, o que é claramente um indicativo de que o sujeito é um praticante de magia negra. Enfim, Maíra, senhoras e senhores, se eu continuar a lista, mudo o tema do post e falo só dela.

Marcus, por outro lado, é minha alma irmã, tanto que a Maíra está seriamente convencida de que sofremos da mesma doença, talvez uma forma leve de autismo, sei lá. Marcus é doutor em Direito Constitucional, professor universitário e alterna entre a expressão facial mais séria do mundo e uma outra, desdenhosa, que usa quando está se divertindo internamente com alguma ironia-contradição-idiotice que ele tenha detectado no mundo ao redor. Ele não gosta de pessoas, é o terror dos alunos dele porque ele exige que eles façam "raciocínios elementares, oras!", é enjoado com comida e sacaneia a gente (Fabrício e eu) sem dó nem piedade. Na verdade, quando a Maíra disse que a nossa casa era fictícia, foi ele quem completou dizendo que morávamos no carro. Pior: eles foram meus padrinhos de casamento e agora sempre que o Marcus atende ao telefone ou nos encontra, ele sai com um "não vai pedir a bênção do Dindinho?". Filho da Puta. E EU ANDO COM ESSAS PESSOAS.

Mas, enfim. Saímos ontem à noite, Fabrício, Marcus, Maíra e eu pruma coisa prosaica, sabe, meramente comer um hambúrguer e tínhamos duas opções de lugar: o Respeitável Burger e o Genaro. Por votação - eu perdi por três a um - fomos primeiro para o Respeitável. LOTADO, com um monte de gente esperando e sem sinal de ninguém levantar das mesas. Adivinha se eu concordei em esperar? Passei a mão no telefone e liguei no Genaro. "Alô, tá cheio aí?" "Está". "Tem gente esperando?" "Só um casal". "Dá pra reservar mesa?" "Dá". "Então reserva aí que estamos chegando em dez minutos".

Bora entrar no carro e tocar pro Genaro. No caminho, bateu a dúvida:

Marcus: - Qual é mesmo o endereço, gente?

Lívia: - Ih, não sei, não. Fabrício, cadê o IPhone pra gente ver na internet?

Fabrício: - Deixei em casa carregando...

Maíra: - Ué, pega o telefone e liga lá pra saber, oras!

Lívia: - Nem morta. Liga você.

Maíra: - Mas por que?

Lívia: - Eu já estourei minha cota de falar no telefone hoje.

Maíra: - Credo, gente, que pobreza! Pega aqui meu telefone, pode ligar!

Nisso o Marcus e o Fabrício, que já tinham entendido, já estavam rindo.

Lívia: - Não é pelo dinheiro, Maíra... Ai, ai, Fabrício, explica pra ela?

Fabrício: - Ela não gosta de falar no telefone, Maíra. Como ela já ligou pra lá hoje uma vez, e SOZINHA, sem ninguém pedir, já foi esforço demais, entende? Acabou a cota.

O Marcus ria. A Maíra virou pra me encarar de olho arregalado:

Maíra: - Cê tá me gozando?

Fabrício: - Não. Ela chega ao cúmulo de escolher a pizza, buscar o telefone, discar e me passar o aparelho pra eu falar. Aí ela arruma os pratos, os talheres, os copos, os guardanapos, abre a porta quando toca o interfone e se esconde quando eu abro a porta pro entregador...

Maíra: - Menino, mas é a mesma doença do Marquinhus!!!!!! Tadinha!!!!

E seguiu tagarelando sobre o meu autismo e sobre Síndrome de Asperger...Não teve um episódio do House em que eles cismaram que ele tinha isso?? Eu mereço, Deus.

quarta-feira, junho 30, 2010

De volta. Agora de verdade

Puta que pariu. P u t a q u e p a r i u. Cara, casar enche o saco. Lidar com cotidiano enche a porra do saco. E faculdade de Gastronomia também ENCHE O SACO PRA CARALHO. Prontofalei. Ok, estou abusando um pouquinho do espaço, vai. Eu mereço. E não reclama, eu podia ter mandado tomar no cu também, né? Mas to quietinha, como devo estar.

Então, pessoas, HELLO. De volta do limbo e tanta coisa me ocorre entre novidades, maravilhas, reclamações, sacanagens, o filme do Esquadrão Classe A e um puta sono que me bateu agora. Mas sigamos em frente, pela honra e pela raça do brasileiro-em-época-de-copa-do-mundo e ....zzzzz. Mas então. Sim, como a Júlia Paccanaro me perguntou agora há pouco no twitter, eu casei. Casei no dia 19 de junho de 2010, foi legal pra caramba, chorei até virar uma zebra com listras de rímel preto na cara, a luz acabou durante uma hora (sorte que tinha tanta vela acesa que quase baixou o corpo de bombeiros lá), me deram um drinque vermelho saindo fumaça chamado "Praga de Sogra" que eu bebi corajosamente, paguei mico, ganhei presente, dancei música do Magal, comi um monte de docinho, abracei mais gente do que eu já tinha abraçado na minha vida, conheci a Jo (ela é liiiiinda!), e passei um dos momentos mais emocionantes da minha vida. Não o casamento em si, mas o que veio com ele.

Sabe, a minha vida sempre foi cheia de altos e baixos. Se alguém teve (ou tiver) a curiosidade de olhar os arquivos mais antigos desde pobre blog indefeso, percebeu que as coisas nunca foram muito fáceis. Estabilidade sempre passou longe, os picos e os vales sempre se sucediam muito rapidamente. Mas, - e isso lhes digo eu, que sei da história inteira, inclusive dos segredos sórdidos - isso se deveu aos tropeços do caminho tortuoso e doloroso que me trouxe até aqui e me moldou do modo que sou hoje. E depois de sobreviver a ciumentos, egoístas, indiferentes, imaturos, tediosos e insuficientes, eu encontrei o cara.

O Fabrício é tão bom que eu sempre fiquei esperando a merda bater no ventilador, sabe? Esperando a hora de dar tudo errado, quando ele aparecesse com uma outra família, quando eu descobrisse que ele era travesti, quando ele fosse bruto, impaciente e mau de modo que eu tivesse que dizer pra mim mesma "oh, Deus, mais um?", que ele se cansasse de mim e fosse embora, que ele se revelasse um imbecil estéril que me entediasse até à morte, que um piano atingisse a cabeça dele quando ele estivesse passando pela calçada, que eu descobrisse que ele era traficante de crack...enfim, essas coisas muito plausíveis quando se trata da minha vida.

Mas a casa nunca caiu. Ele tem se mostrado consistente com a primeira impressão que eu tive dele em tudo até hoje. E se algo mudou, foi para melhor, porque minha admiração por ele só faz crescer. E naquele dia em que a gente se deu as mãos e caminhou no rumo do juiz de paz, e assinou lá o papel e botou um anel no dedo, a realidade me atingiu que nem uma bolada: ele não ia embora mais. Eu não estava mais uma vez amando sozinha e fazendo planos sem eco, era pra valer, sabe? Era de verdade! Era pra estar sempre junto, pra construir coisas, pra conhecer de tudo, pra se entregar por inteiro. E cara, aquilo foi tão enorme, tão dolorido e tão bom, um alívio, um cansaço depois de ter subido a montanha, uma felicidade de estar olhando o mundo de lá de cima com o vento batendo nos cabelos, que não deu pra segurar. Foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida: o momento em que eu percebi que eu tinha mesmo achado o meu lugar.

Ele está aqui ao lado agora, deitado esperando eu terminar de atualizar o blog. Está resmungando que eu devo estar sacaneando ele no post e que eu sou uma mulher desalmada. Até parece...rs...Essa vai ser a hora que eu mostrar fotos da lua de mel. Me aguardem.

segunda-feira, maio 03, 2010

Bolinha

- Fabrício, essa semana eu vou passar à base de salada e bife!
- Noossa, que isso?
- Um intensivão! Topas?
- Ah, Morena, eu posso ficar só no bife? Esse negócio de salada...
- O que que tem?
- Ah, é muito verde...e nas folhas verdes tem bichinhos!
- Você está assistindo muito Animal Planet pro meu gosto...
- Então eu tenho que comer salada?
- Tem.
- Morena, você vai se vestir de salada?
- Vou. De cenoura.
- Hum, vem cá meu cenourão... Epa! Cenoura não, Morena!
- Ué, que que tem?
- Eu não vou dormir com um cenourão na mesma cama, ora!
- Então eu me visto de pepino...ó, o pepinão...
- Mulher, tu tá de sacanagem comigo?
- Imagina, meu amor...
- Pepino porra nenhuma! Última chance!
- Tá bom, então eu me visto de nabo.
- Humm...ok, nabo pode.
- POR QUE?
- Ué, nabo é redondinho...
- Nabo? Redondo? Você não tá confundindo com rabanete?
- Eita, e tem diferença?


- Uai, amor, o nabo que eu conheço tá mais com cara de cenoura do que de bolinha...
- Mas o que eu conheço é de bolinha! Sua mulher degenerada! Do coração preto, peludo e espinhento! É BOLINHA, tá??? E pára de rir!!!! Ah, eu vou dormir no sofá!!!

quarta-feira, abril 21, 2010

Explicações e enquete

É, acho que eu nunca fiquei tanto tempo sem atualizar isso aqui. Mas também, pessoas, eu nunca casei na minha vida. É, é isso aí. Eu desapareci desse jeito porque a minha vida virou um caos: eu mudei de casa, a faculdade não tem me perdoado, o trabalho tem exigido mais do que eu gostaria e, além disso tudo, o Fabrício me pediu em casamento, eu aceitei e vamos nos casar em junho. Ou seja, daqui a dois meses e sinceramente? Só quem já casou é que sabe o tanto que isso é difícil. Ok, eu ainda estou longe de ser a noivazilla convencional e o nosso casamento também não vai ter nada de tradicional, mas ainda assim, é dose. Por isso eu to ensaiando há dias pra sentar aqui e atualizar o blog, mas nunca tem sobrado tempo ou energia. Mas isso vai mudar. É aquele típico lance que basta começar: coçar, espirrar, jogar... não, eu não vou dizer trair. Eu, hein? VIRA ESSA BOCONA PRA LÁ, vai agourar outra pessoa, faz favor? Affe.

Pronto, agora que o tabu está rompido, fica fácil voltar aqui pra contar as novas peripécias do Super Fabrício. Ah...ele tá aqui do lado dizendo que é pra eu fazer uma enquete pra saber se os fãs dele:

a) estão com saudades
b) arranjaram outro ogro pra acompanhar
c) estão querendo ouvir um dos casos em que ele sacaneia a sogra (não, Fabrício!)
d) nda.

Ai, caramba, agora aguenta.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Atualizaçãozinha rápida

Respondam rápido, pessoas: pra onde ir no carnaval e não correr sequer o risco de ouvir axé music???



Acertou quem respondeu OUTRO PAÍS!! \o/ Estamos indo amanhã cedo pra Buenos Aires e algo me diz que será o melhor carnaval da minha vida. Mostro as fotos quando voltar, ta? Beijo e não me liga, porque não to levando celular. Fui!

sábado, fevereiro 06, 2010

Pequeno sacrifício

Você sabe que um homem te ama quando pula na frente de um carro pra te salvar, leva um tiro no seu lugar e coisas do tipo, certo? Errado! Há alguns minutos, estávamos esticados na cama assistindo a Be Cool aqui em casa, uma preguiça danada. De repente o Fabrício começou a murmurar uma coisa ininteligível.

- Hein?
- Pega ela, pega ela!
- Que isso, menino?

Ele fazia gestos como se estivesse abanando alguma coisa pro meu lado.

- Vai lá, pega a Morena!

Um pernilongo gordo estava esvoaçando em volta da canela dele, procurando uma abertura pra chupar um sanguinho.

- Vai, minha filha, pega ela!

E o pernilongo continuava em volta dele, sem se convencer. Por fim ele cobriu as pernas com um lençol, resmungando.

- Droga!
- Deixa ver se eu entendi...você estava tentando fugir do pernilongo me jogando na linha de fogo?
- Ué, Morena, assim fica todo mundo feliz: eu não me coço e elas ficam de barriguinha cheia!
- E eu, cara pálida?
- E o que é um pequeno sacrifício em prol da harmonia da casa e da família, mulher? Estica o braço aí!!!

sexta-feira, janeiro 22, 2010

Começando com o pé direito

Minhas senhoras e meus senhores, dou por iniciados os trabalhos do ano de 2010. Mas não pensem que porque mudou o ano que os causos aqui vão começar de jeito diferente. Não, eles vão continuar começando com um casal sem noção deitado na cama e isso acontece por uma só razão: os episódios insólitos aqui em casa quase sempre acontecem quando apagamos a luz e nos deitamos pra dormir. Acho que é porque o Fabrício fica meio possuído nessas horas, sei lá.

O fato é que mais uma vez apagamos a luz e deitamos pra dormir nessa casa e começou a palhaçada.

- AAAAAAAAI FABRÍCIOOOOOOOOOOOOOO!!!! VOCÊ MORDEU A PONTA DA MINHA LÍNGUA!!!!!!!!!!!!!!!

Ele se sacudiu inteiro de tanto rir. Eu já contei pra vocês que o Fabrício ri que nem o Mutley? Ai, que vontade de bater nele!!!!

- Ô, minha Morena...tadinha da escandalosa...vem cá, vem...
- Não, sai pra lá! Você quase arrancou a minha língua!
- Ô, Morena, é amor...
- Não, Fabrício, sai pra lá...você tá muito...é...hã...sorrateiro hoje!
- Sorrateiro?
- Não, não é essa palavra que eu quero! Ai, meu Deus, qual é a palavra??
- Pra me qualificar? Lindo, amoroso, cheiroso...
- Não, Fabrício, pára, a palavra num tá vindo!!!...Ai, como é que é? Sorrateiro?...Não...
- Sorrateiro...
- É, Fabrício, ai, que agonia!...Como é que a cobra é?

Essa cobra não parece uma minhoca?


- Mole - e desatou a rir de novo. - Mole...roliça...comprida...gelada...
- PÁRA FABRÍCIO!!!!
- Afinal a cobra é um animal de sangue frio...
- Socorro, qual é a palavra, meu Deus???
- Venenosa, perigosa, guardiã da maçã que ferrou com a Eva...
- Sorrateira...
- Traiçoeira, Morena!
- ISSO!!! Traiçoeira! A cobra!...Fabrício?
- Quê, Morena?
- Por que a gente tá falando de cobra, mesmo?

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Apareceu a margarida

É, eu não morri. Só estou meio ocupada. Sabe, eu sempre tive medo disso...que a minha vida ficasse tão cheia que eu acabasse perdendo a criatividade, aquela vontade frenética de criar e de escrever, aquela capacidade que eu tinha (tenho?) de me afastar de tudo, de ir prum mundo à parte, de jogar com outras regras. Eu sempre tive medo que as minhas preocupações falassem mais alto que as vozes na minha cabeça, sempre temi a hora em que os dilemas com os quais eu tivesse que me debater fossem coisas prosaicas como fazer supermercado, descongelar carne para o almoço, lavar louça e dizer pra empregada que lençol ela deve colocar na cama essa semana. Medo de crescer? Não, nem é isso. Medo de ser engolida pelo cotidiano, eu acho. De me tornar terrivelmente medíocre, exaurida pelo dia de trabalho, sem senso de humor, de saco na lua, sem nada pra dar, que nem uns e outros que eu conheci ao longo da minha vida. Eu sempre tive medo daquilo. Aliás, top 5 relâmpago! Cinco medos em ordem crescente!

1. Medo de agulha e de qualquer outro objeto perfurante. Medo de sangue, né? Aquilo meio que me tira do sério. É só olhar e estremeço toda. Não vejo filme de terror, não páro na rua que nem urubu pra ver acidente de carro, não aguento nem descrição muito detalhada de acidente.

2. Medo de parto. É, de parir, mesmo, ou de "dar à luz" praqueles mais sensíveis que preferem fazer amor a fazer sexo. Tenho horror dessa idéia. Não existe nada mais enfurecedor pra mim do que a Fernanda-Tive-Filhos-Gêmeos-de-Parto-Normal-e-sou-Descabaçada-Lima fazendo campanha sobre parto normal na televisão. Ah, vai se catar, cara. Dor não é comigo.

3. Medo de passar em concurso público. Não, não é medo da prova, não, é medo de passar mesmo. Estou descobrindo gradativamente que tenho uma séria fobia de repartições e órgãos públicos e, por mais que a perspectiva salarial seja interessante, eu acho que morro se um dia for parar dentro de uma dessas de novo.

4. Medo de deixar a vida me engolir e perder o meu brilho. Pô, eu sou inteligente, sou bem humorada, tenho (tinha?) várias idéias, sou capaz de fazer reclamações que são quase tratados, sinto muita coisa, gosto de muita coisa, amo muita coisa. Tenho pavor de ficar burocrática, burra, vazia, insensível. Pavor de medir a minha vida pelas coisas que eu FAÇO e TENHO em vez de medir pelo que eu SOU, pelo que eu PENSO e pelo que eu SINTO.

5. Medo de não ser boa o suficiente. Puxa, acho que isso é assunto recorrente aqui nesse blog, né? Merda de auto-estimazinha cachorra essa minha. Medo de não conseguir lidar com os meus defeitos, medo de não evoluir, de não chegar a lugar nenhum. Medo de estagnar, medo de não corresponder às expectativas - principalmente às minhas próprias. Medo de não merecer as coisas, as pessoas.

Eu tenho vergonha de muita coisa, sabe? Eu sou desligada, alienada, desorganizada, bagunceira, emocional, cínica, ácida, egoísta, pentelha, narcisista, paranóica, irascível, chata, chata, chata, chata. E eu SEI disso, sabe? Lidar com a gente mesmo todo dia é tão difícil! Gostar de alguém assim é um saco, é preciso se focar arduamente nas qualidades na tentativa de ignorar os defeitos e ainda assim não dá muito certo. Deve ser por isso que a minha auto-estima é tão cretina como é. Ô, Meu Deus...eu preciso de aceitação e determinação na minha vida...preciso aceitar minhas limitações e ter capacidade de lutar contra os meus tristes defeitos. Se não, pra que tudo isso?

quarta-feira, novembro 04, 2009

Insurreição

Fabrício chegou da rua agora há pouco e, enquanto eu tomava banho, sentou-se no meu computador pra checar as novidades do facebook dele. Eu saí do banho, penteei o cabelo, saracoteei pela cozinha, sentei do lado dele no sofá.

- Fabríiiciôôoo...
- Que, Morena?

Pausa prum esclarecimento. O Fabrício é o protótipo do cérebro masculino: ele processa uma coisa de cada vez e ponto final. Tentar falar com ele quando ele está no computador ou lendo alguma coisa, é pura perda de tempo. Ou você se irrita ou ri do desligamento dele, é batata. Então...

- Que, Morena?
- Vem cá, vem...

Girei a cadeira dele, puxei pra mim, dei beijinhos, fiz carinhos. Ele fez gracinhas, deu beijinhos e... voltou pro computador. Eu saí do sofá e me recostei na cama.

- Fabríiiiciôôoo...
- Que, Morena?
- Fabrício, faça o favor de largar esse computador???

Ele se virou:

- Hein?
- É, oras! A noite está se escoando!! Vai logo tomar seu banho que eu to aqui te esperando!
- É? - ele se levantou e foi andando pro banheiro - E o que é que a gente vai fazer?
- Sei lá, qualquer coisa, mas eu quero atenção, ora bolas!

Ele entrou no banheiro e fechou a porta. Reabriu 15 segundos depois:

- Cê quer atenção, é? Vou te dar um cachorro! - e fechou a porta de novo.
- Pois eu prefiro um gatooooo! E anda logo nesse banheiro!!! Humpf!

Especialmente pro Fabrício



I LOVE YOU I DO

Never met a man quite like you
doing all you can
making my dreams come true
you're strong and you're smart
you've taken my heart
and I'll give you the rest of me too
your the perfect man for me
I love you I do

mmm I love ya

never I have felt quite like this
good about myself
from our very first kiss
I'm here when you call
you've got it all
and confidence like I never knew
you're the perfect man for me
I love you I do

you've got the charm
you simply disarm me everytime
as long as you drive
I'm along for the ride your way
you've said it before
there won't be a door that's closed to us
I'm puttin' all my trust in you
cause you, you'll always be true

aaaaaaaa-wwwww
I never could've known this would be
aaah you and you alone yeahhh
all for me
I know you're the best, you passed every test
it's almost too good to be true
you're the perfect man for me
I love you I do

your the perfect man for me
I love you I dooooo... dooooo

quarta-feira, outubro 28, 2009

Antes mole do que duro...

Gente, depois dizem que eu exagero quando digo que organizei caravana de putas pra animar a santa ceia, viu? Veja bem a situação: outro dia, o "pobrezinho" do Fabrício escreveu inocentemente assim no Facebook dele: "Aaaaaaaaaaaai, que dor de cabeça!". E logo abaixo veio o comentário de uma filustreca lá que é contato dele: "ô, tadinho, toma remedinho!". Eu, que sou uma mulher cosmopolita, bem resolvida, vacinada, segura de mim, olhei bem praquilo e pensei: "Opa, melhor dar uma mijadinha ali, pra marcar meu território". Fui lá e caprichei um presunçoso e carinhoso: "Vem logo pra casa que eu faço a dor de cabeça passar...". Assim, de leve, sabe? Só pra neguinha saber que o senhor Fabrício não tá solto no vento que nem folha seca, que ele tem dona, que a dona está na área e se vacilar, eu grito "pênalti!!". Sabe o que aconteceu??? Não deu um minuto, e a mocréia APAGOU o comentário!!!! Ah, menino, fala sério, né? Diz pra mim: se você escreve uma coisa INOCENTE e TOTALMENTE DESPROVIDA DE SEGUNDAS INTENÇÕES no mural de alguém, você corre e apaga porque o/a namorado/a comenta em seguida?? Claro que não!!! E eu sacaneei TANTO o Fabrício por causa disso, que entrou pro anedotário daqui de casa...de uma hora pra outra, não interessa o assunto, eu enfio um "é, meu sapato furou, mas EU não deixo comentário cheio de malícia e segundas intenções no mural do namorado alheio, né?" ou "é, vai chover, mas fala sério: gente que deixa comentário na página dos outros e apaga, tem ou não tem segundas intenções?" e por aí vai. Já perdi a conta de quantas vezes acabamos rindo de nos acabar aqui, só por causa dessa besteira.

Aliás, a de hoje foi ótima. Ele chegou da faculdade à noite e foi me contando os acontecimentos do dia. Lá pelas tantas, ele falou assim:

- Aí eu liguei pra "Filustreca", pra saber como tinha sido lá, se tinha dado problema porque eu não apareci...Aí ela disse que não, mas que falou com o coordenador e disse que...

- Fabrício, peraí...
- Que é, Morena?
- Você disse que LIGOU pra Filustreca??? Justo pra Filustreca? Justo aquelazinha que fica deixando comentários safados e oferecidos no seu mural??

- Ela mesma!
- Mas Fabrício, isso é um ultraje! Tá muito confiadinho, VOCÊ TÁ DANDO MOLE PRA ELA!!!!
- Ué, Morena, antes o mole do que o duro, né não?

- ... (cataploft)

domingo, outubro 18, 2009

Boca de Tucunaré

Post novo, ou melhor, de estréia, no Boca de Tucunaré: http://bocadetucunare.blogspot.com/

domingo, setembro 13, 2009

Conversa supernormal

Rodando pelo Facebook, Fabrício e eu encontramos um daqueles aplicativos que prevêm a sua morte. Segundo a coisa, eu morreria assim:


Já o Fabrício, morreria assim:


Note a diferença gritante. Interessante é que o programinha só te pede a data do nascimento e saca essas respostas mirabolantes do bolso. A minha morte, prematura e praticamente cinematográfica. A do Fabrício, tardia e tenebrosamente tediosa. Será que isso significa alguma coisa? /heh

- Fabrício, eu tava aqui pensando...
- Ih, lá vem... que é, mulher?
- Se eu vou morrer aos 54 anos e você vai ficar pra semente até os 90...
- Hum?
- Você vai ficar livre de mim com 62 anos...
- É...
- E vai virar um daqueles velhos sem vergonha!
- HEIN? Mas por que?
- Porque eu te conheço...ó, com 62 você já tá quase na idade de andar de ônibus de graça...apooosto que vai virar o terror da terceira idade! Vai usar chapéu, vai frequentar o forró, tomar quilos de viagra e vai passar as velhinhas todas no bico!!!

- EPA! Pó pará! SACANEIA, MAS NUM ESCULACHA!!! Tomar viagra ainda vai, mas ATACAR NO FORRÓ, JAMAIS!!!

terça-feira, setembro 01, 2009

Homem doente

Fabrício está doente. Gripadinho, enjoado, tossindo. Liguei pra médica mais linda do mundo que, diga-se de passagem é minha tia, e descrevi os sintomas, perguntando se ela tinha algum xarope pra indicar pra acalmar um pouco a garganta dele. De posse do nome do remédio, liguei pra farmácia e mandei entregar em casa - onde ele está de molho nesse momento.

Chegando o remédio, ele foi logo abrindo a caixa e tirando a bula.

- Fabrício, 10 ml de oito em oito horas, larga essa bula que a Letícia disse que não tem coisa pior que leigo lendo bula de remédio, logo começa a sentir todos os efeitos colaterais...

Ele fez cara de criança que a gente manda não fazer uma coisa e ela te olha como quem diz "vem aqui me impedir".

- Eu leio se eu quiser! Afinal, eu sei lá o que essa mulher doida mandou você me dar? Vai que ela quer me matar? Vai que vocês estão mancomunadas? VAI QUE ESSE REMÉDIO ME DEIXA BROCHA????

Tem coisa pior que homem doente?

sábado, agosto 29, 2009

Desaforo

- Fabrício...a gente podia casar vestido de medieval, que cê acha?
- Hein?
- É...pensa só que legal: você veste um daqueles calções bufantes com uma meia calça e eu visto um daqueles vestidos que espremem a barriga e fazem os peitos saltarem lá no alto...
- Na na ni na não!
- Uai, não gostou da idéia?
- Gosteeeei! Mas eu vou vestido de frei franciscano! E você vai ser a mulher do padre!!
ahahahahahahahahahahahahahahahahahahhahaoijdsigsighfjjdhfhfugahajgijatjigjdsmfkdsh;ijdsakjalkjhangtkjgkjlkfgfjethwerpoao....
(5 minutos depois)
ahahahahhahhahahahajfdsjdjkkg;lks;krekr;dhgufshkjdslkskaaahahahahhaha...

- FABRÍCIO PÁRA DE RIR QUE VOCÊ VAI MIJAR NO MEU LENÇOL!!!!!

Sabe o que ele fez?????? ROLOU PRO MEU LADO DA CAMA!!!!

sexta-feira, agosto 21, 2009

pensamento do dia

"...não se colhe sem semear, nem se ganha sem merecer."

quinta-feira, agosto 06, 2009

Top Cinco Motivos para não se Casar

Acabei de ler um post excelente que serviu pra algumas coisas:

1. descobrir que a Kacey escreve bem pra caralho;
2. dar boas risadas;
3. xingar a mim mesma porque nunca tive a manha de fazer um post terminado em “por que passar por tudo isso quando você pode comer um chocolate?”
4. ouvir o indecente do Fabrício dizer que vai fazer um "top 5 motivos para não se casar";

Li o texto aqui em casa em voz alta, compartilhando com a cara-metade as pérolas de sabedoria da minha cara leitora. Ah! Pra que?? Lá da cama, o sem vergonha foi levantando os dedinhos e enunciando:

- Número Um: a data está muito próxima, Morena, em cima da hora...as pessoas vão pensar que você ta casando grávida!
- Que??? Mas eu nem falei que dia era o casamento, oras!
- Ah, é mesmo. Em que dia você tava pensando, Morena?
- Ah, sei lá...que tal primeiro de abril de 2010?
- Aí, num falei??? Estamos em cima da hora, vão pensar que você ta casando às pressas porque ta grávida!
- ¬¬...seu besta.

- Número Dois: como diz o ditado, “quem casa, quer casa”. Como ainda não temos uma, nada de casamento!
- Uai, mas se é assim, ta fácil...olha aqui esse anúncio no jornal, ó...
- Opa, opa, opa! Eu quis dizer uma casa toda varandada, no mínimo com quatro suítes, gazebo, estufa, adega climatizada no subsolo, sauna seca e sauna à vapor, uma área pra montar uma mini-marcenaria, lareira, sala interligada com o escritório e uma cozinha profissional, pra você receber os amigos e cozinhar pra eles...viu, como eu penso em você?
-¬¬ ...sei, e isso tudo no preço do metro quadrado no Distrito Federal, né? Affe.

- Número Três: Morena, Lua de mel TEM que ser no Tahiti!
- É? Eu tava pensando na Argentina...
- Na na ni na não! Lua de mel tem que ser no Tahiti! Se não for no Tahiti dá o maior azar! E como a verba neste momento está direcionada para outros projetos, eu receio que uma viagem internacional dessa magnitude terá que esperar um pouco...
- ¬¬...e ainda apela pra tucanagem!

- Número Quatro: onde é que correriam os nossos proclamas?
- Uai, como assim?
- Ora, a gente mora em Brasília, certo?
- Certo.
- Eu morei em Belém a vida inteira, certo?
- Certo.
- E o casamento, porventura, não seria em Uberlândia, né?
- Claro que sim!
- Então, Morena! Aonde a gente vai correr proclama? Nos três lugares? Ah, não, muito papel, muito complicado!
- ¬¬...por que isso não me surpreende, hein?

- Por fim, o Quinto e último motivo!...
- Hã, e qual vai ser?
- Bom...você não acha que está sendo precipitada, Morena...afinal, a gente mal se conhece e...aaaaaai!!!

SOC! PUM! POW! PAF! (no melhor estilo Maurício de Souza)


Kacey, eu acho que eu também devia preferir um chocolate. Vou mandar o Fabrício comprar. Cretino.

terça-feira, julho 21, 2009

Sinal de Ocupado

Tanta coisa pra fazer e tão pouco saco.
Aliás, deve ser uma dessas baixas hormonais, do jeito que eu to me sentindo agora, chego a lamentar que não me caiba embaixo da cama.

Kacey, querida, assim que passar o bode eu coloco seu post - começado e não terminado - no ar, ok? Desculpe.