segunda-feira, julho 09, 2007

Mudança de time

Nos últimos cinco anos minha vida amorosa foi um caos. Pulei da brasa pro espeto um monte de vezes. E o engraçado é que eu sempre acreditei, sempre mantive a esperança de que uma hora eu ia conhecer alguém que fosse realmente um companheiro, que tivesse prazer em estar comigo, que me visse como amiga e não como adversária. Acho que finalmente eu cansei de acreditar nisso. Cansei de me sentir sozinha o tempo todo, principalmente quando acompanhada.

Ontem à noite eu assisti pela enésima vez a Tomates Verdes Fritos. Mas dizem que cada vez que vemos um filme, enxergamos coisas diferentes, né? Pois então. Ontem eu percebi que talvez eu deva desistir dos homens, não do amor. Pensando a respeito, percebi que realmente amor de mulher é uma coisa diferente e que geralmente homem nenhum sabe valorizar e entender. Mas outra mulher talvez saiba.

Eu não estou falando de sexo, mas de vínculo. De carinho, cumplicidade, respeito. Coisa que geralmente homem não sabe dar.

A Andréa me disse outro dia que pra "deixar de gostar de homem" precisa um trauma muito forte. Talvez ela tenha razão. Mas qual a medida do trauma?

6 comentários:

Dridis disse...

De carinho, cumplicidade, respeito.

Será que fomos feitas uma pra outra?

Ahahah, aposto que esse cometário vai assustar os menos espertos!

Magnus disse...

Mas dizem que as mulheres estão sempre competindo umas entre as outras. E aí? O que fazer? Doe o coração para alguém que ainda acredita.

Dehynha disse...

Acho q baixou um certo espírito de uma conhecida nossa em vc, amaaadaaaa!!! ahahahaha

Seguinte: o que importa é sermos felizes! E uma felicidade em paz e harmonia! Seja lá q cor, time, gênero, espécie, classe, sexo, quem... que lhe proporcione isso!

Trauma não tem medida. Tudo depende do quanto sensíveis/imunes estamos na hora.

Tapete hoje? às 5h, na hora do chá, né? Vou separar minhas pantufas novas... hehe

Gabi disse...

Ok, onde eu pego a minha senha??

Lívia Santana disse...

Gabi, você não precisa de senha, ok? (heh)

Rodrigo Novaes de Almeida disse...

Lívia, eu peguei o bonde andando e nem somos íntimos, mas quero dizer que uma coisa me ajudou bastante quando passei por maus bocados (até tinha parado de escrever e pintar): literatura! literatura da boa! lia um livro depois do outro, devorava cada um... aos poucos voltei a escrever, o sol voltou a brilhar, comecei novos projetos e conheci pessoas maravilhosas.

Com o seu talento, você tira de letra!!!

Um beijão pra ti.

PS.: o corte do cabelo ficou ótimo, você está (é!) linda!

Rodrigo.