segunda-feira, maio 12, 2008

Dia 12 de maio

Olhando o calendário, vemos um monte de diazinhos marcados em vermelho além dos finais de semana. Os feriados. Dia da independência do Brasil. Corpus Christi. Natal. Tiradentes. Etc. E na verdade, esses dias, que viraram marquinhas vermelhas no calendário porque deviam significar alguma coisa, não passam de abençoados dias em que não se tem que ir trabalhar, pra maioria das pessoas. Os motivos, via de regra, são dois: festas religiosas católicas e um pretenso civismo decaído. Pra mim, que não sei nada de calendário nem de rituais católicos, nem estou afeta a nenhum órgão que desfile em paradas cívicas, não faz diferença.

Mas se pensarmos em dias com significado, quais seriam eles? O dia em que nascemos, o dia em que nos formamos, o dia em que nos casamos, em que nascem nossos filhos, em que conquistamos grandes sonhos? Claro. Todos esses são dias importantes. Mas, via de regra, esses dias passam anônimos, sem marquinhas no calendário. A não ser no nosso calendário pessoal e nas paredes da nossa memória, onde penduramos os quadros que assinalam as grandes coisas que nos acontecem.

O dia de hoje pra mim merece uma marca e um quadro na minha galeria de coisas importantes. Não que tenha me acontecido nada particularmente bom hoje. Ao contrário, como toda boa segunda feira, o dia está espinhoso e eu respirarei aliviada quando me sentar de novo diante desse computador lá pelas sete da noite. To torcendo pra ele acabar logo.

No entanto, o dia de hoje é um marco importantíssimo na minha vida, na minha história pessoal. Porque no dia de hoje, há 33 anos, nasceu um dos caras mais incríveis que eu já conheci. Uma pessoa cuja entrada na minha vida fez toda a diferença e, suspeito, dada a sua natureza, tenha feito a diferença pra muitas pessoas ao longo desses trinta e três anos. Um cara íntegro, inteligente e corajoso ao extremo. Capaz de arrancar um sorriso nos momentos mais difíceis e de resolver os problemas mais cascudos. Um cara de quem a mãe dele deve morrer de orgulho e de saudade todos os dias. Por minha vez, eu sei que morro.

Feliz aniversário, Fabrício.

3 comentários:

Anônimo disse...

Caramba! Essa doeu, e doeu fundo! Obrigado, Morena, pelas palavras. Farei tudo o que estiver ao meu alcance para que não te chamem de mentirosa. Mas eu preciso, agora, de um tempo para secar as lágrimas de felicidade que você provocou. Volto já, assim que tirar o "cisco" que caiu no meu olho. Um Beijo. Fabrício, o "cara".
P.S.: aos que lerem o post: "Morram de inveja! A Morena É MINHA E NINGUÉM TASCA!"

Dehynha disse...

Feliz Niver, Fabrício!
Qdo pintarem no rio, bebemoraremos! :))
Beijoooooooooo

Anônimo disse...

esses tais dias que você cita no primeiro parágrafo...

para mim, como você diz:

não passam de abençoados dias em que não se tem que ir trabalhar, pra maioria das pessoas

porque também, não sou religioso, e não sigo datas capitalistas (exceto quando ganho presentes), e certas coisas tem de ser comemoradas todos os dias, e não uma só vez...

aniversários e parecidos, só são comemorados com quem merece... essa coisa de ligar dando um parabens forçado... é pior que mandar scrap no orkut "oi, vc sumiu, bjs" afff...

by outsider
(que esqueceu sua senha no blogger)